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    Guia De Cultivo De Automáticas

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    Mr buds

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    Guia De Cultivo De Automáticas

    Mensagem por Mr buds em Seg Dez 12, 2011 2:56 pm

    1. As espécies cruzadas com Ruderalis.

    A escolha da espécie a ser cultivada, necessariamente, como acontece com as plantas não automáticas, passará pela opção pessoal de cada um, porém, não fugindo do já conhecido trinômio INDICAS – SATIVAS – RUDERALIS.

    Grosso modo, as indicas possuem efeitos mais relaxantes, potentes, sedativos; ao contrário das sativas, que são estimulantes, euforizantes, cerebrais, porém não menos potentes. As ruderalis puras, por sua vez, possuem menor, ou nenhuma quantidade de THC, já que é uma linhagem, originalmente, de cânhamo selvagem da antiga União Soviética, segundo informações obtidas no texto The Return of Ruderalis.


    Atualmente o que se encontra disponível para aquisição, em sua grande maioria, são as híbridas, ou seja, o cruzamento entre as espécies, que acontece para agregar fatores escolhidos, por meio de longa seleção genética, como produção, aroma, potencia, entre outros desejáveis.

    Acredito que a resistência contra as automáticas, híbridas por excelência, repousa tão somente na falsa crença de que sejam ruderalis puras, ou mesmo com predominância ruderalis, o que é, no mínimo, pueril, já que desde os anos 70, elas são estudadas. O primeiro a realizar experimentos e cruzas foi Ernest Small, seguido de Nevil, em 1980, até os inúmeros pesquisadores que conhecemos atualmente.

    Sendo assim, com as incontáveis variedades disponíveis, compete privativamente ao jardineiro escolher as características que deseja encontrar na flor a ser cultivada.

    2. Unanimidades

    2.1. Solo

    Quando for este o meio utilizado para cultivo de cannabis, deverá ser sempre leve, e isso é imutável. A diferenciação, ao meu ver, está no tamanho dos vasos.

    2.2 Prevenção contra pragas, regas, PH, e EC.

    Outros fatores inalteráveis no cultivo de automáticas fica por conta da utilização de defensivos e combativos contra pragas e insetos, bem como a freqüência da rega, e variações de ph e ec, por exemplo, que são próprios de cada espécie, cabendo ao jardineiro entender o que a planta está dizendo, literalmente.

    3. Particularidades

    3.1 Fertilização

    A fertilização poderia ser uma unanimidade, já que cada espécie diz o quanto sente ou não de fome. No caso das automáticas, dado o exíguo ciclo, a diferenciação está na época em que se disponibiliza os nutrientes, e não na quantidade em que são ministrados.

    Geralmente as dose de P (fósforo) e K (potássio) podem ser ministradas em doses maiores antecipadamente, assim que a primeira pré-flor aparecer.

    O N (nitrogênio) pode ser mantido em leve decréscimo proporcional até o final do ciclo, quase equiparado aos valores de P e K.

    Todas as automáticas por mim cultivadas sempre tiveram grande tolerância ao excesso de fertilização, em especial no cultivo orgânico, mesmo usando, além da farinha de osso, torta de algodão e húmus no solo e também em chás, o fert-i-fish ,e o candy bud, por exemplo.

    3.2. Fotoperíodo

    Aqui está o ponto nevrálgico do cultivo de automáticas, e que por vezes não é entendido pela maioria.

    As automáticas estão sim sujeitas ao fotoperíodo, lato sensu, ao contrário do que eu mesmo, por ignorância, pensava. Acontece que isso ocorre de forma bem sutil, e não se presta a delimitar ciclos distintos, como estamos acostumados.

    Quando se diz que automática independe de fotoperíodo, o que realmente se quer dizer, é que ela independerá de estímulo luminoso diverso, típico de determinada época, para entrar em modo de floração.

    É como se a planta não dependesse exclusivamente do fator luz para ensejar a mudança de metabolismo, que no caso das não automáticas, se dá, é sabido, com a mudança nas estações do ano.

    Nas automáticas, meu entendimento é que este mecanismo é inibido parcialmente, e então isolado geneticamente para predominar na porcentagem desejada pelo criador. É o que seria " a parte boa" das ruderalis. E digo parcialmente, pois a planta necessariamente vegeta até começar a florir, como todas as outras, e então inicia sua floração quando atingiu uma maturidade razoável – sempre com o auxílio da luz.

    Se a planta florescesse com a idade, poderíamos cultivar em quartos com luzes indiretas, ou mesmo no escuro, não é mesmo? Logo, me parece, que a questão não é estritamente semântica.

    O fotoperíodo para automáticas deverá ser, até que demonstram o contrário, de 20/4, ou seja, 20 horas de luz e 4 de escuro; obtendo-se igualmente bons resultados com ciclo 24/0.

    Alguns breeders recomendam ciclo 24/0, como é o caso da MDanzig, por exemplo.

    3.3. HPS, HQI, Fluor...não importa. Vamos falar de temperatura de cor.

    Outra questão ainda pouco discutida no cultivo de automáticas é a temperatura de cor usada no ciclo, já que as fases vegetativa e de floração transcorrem , como já vimos, de maneira continuada.

    A tempertaura de cor está diretamente associada a fase do cultivo, já que partimos de um conhecimento prévio que determina a utilização de aproximadamente 6.500k para a fase vegetativa, e aproximadamente 2700K para a fase de floração. Para exemplificar, podemos dizer que quanto maior a temperatura da cor, mais clara será a luz.

    Sempre optei por usar tempertaura de cor de 6.500K durante todo ciclo, que é a luz "branca", típica das hqi, por entender que o estimulo na vegetação é responsável por um bom rendimento, ainda que a planta continue crescendo quando submetida à temperatura de cor de 2.700K, por exemplo.

    Na verdade, pelo que pude pesquisar, inclusive em fóruns internacionais, é que não há diferença em manter o ciclo com temperaturas de cor diferentes. Para realmente poder comparar, iniciarei um diário de automáticas com HPS o ciclo todo, então edito mais uma vez o tópico. A intenção é sempre agragar conhecimento, até que ele fique bem completo.






    4. Primeira fase de vida da planta

    Esta fase, na minha concepção, é aquela subseqüente à germinação, quando a semente, já com a radícula aparente, é depositada na mídia de cultivo escolhida. Importante esclarecer em razão de não haver nenhuma diferença que possa ser pontuada na germinação de uma autofloração em comparação com as plantas não automáticas.

    Posto isso, algumas diferenciações já são possíveis, em relação a fatores externos incidindo sobre o cultivo de cepas auto, em especial o tamanho dos vasos, como passo a exemplificar:



    4.1. Cultivo indoor

    Para o cultivo indoor, recomenda-se utilização de vasos grandes, estes entendidos como adequados ao espaço físico disponível, evitando-se o transplante (que compreende a segunda fase de vida da planta).

    Contrariando a primeira regra, pode se obter um bom rendimento realizando um único transplante, sendo certo que o melhor resultado advém de um primeiro vaso relativamente espaçoso, jamais em copos de 200ml, por exemplo.

    Uma boa proporção seria: Primeiro vaso com no mínimo 1/3 (um terço) do tamanho do vaso definitivo, logo, se o primeiro vaso tiver 500 ml, o definitivo deverá ter 1,5 litros, ou mais.



    Indoor em vasos pequenos. Não recomendado. Baixo rendimento.


    4.1.1 Cultivo outdoor

    Igualmente se recomenda a utilização de vasos grandes, desde semente, se evitando o transplante.

    Uma exceção pode ser considerada quando o fotoperíodo está altíssimo, oportunidade na qual pode se trabalhar com a hipótese de transplante quando se cultiva 100% outdoor, e somente com espécies excessivamente rápidas, com tempo total de 60 dias, por exemplo.



    4.1.2 Cultivo misto

    Nesta modalidade de cultivo também impera a disposição aplicada ao cultivo indoor, por óbvio, porém devendo ser o primeiro vaso grande, de 2 litros em diante.

    Isso porque quando for levada para outdoor, levará um tempo para se adaptar, ainda que as condições de cultivo, como mídia, fertilização, ph, ec, sejam idéias. Um leve decréscimo no fotoperíodo poderá estagnar o crescimento e frustrar os sonhos dos cultivadores mais experientes.

    No entanto, este é o meio de cultivo que pude presenciar o melhor rendimento.

    Fase indoor. Após , transplante para vasos de 8 litros.




    5. Fase final, colheita e cura

    Na fase final, compreendida entre o primeiro transplante ou o início da floração (dependendo do modo de cultivo), e se estende até a cura, não há nada que possa ser marcado como particularidade.




    Fonte
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      Data/hora atual: Sab Set 22, 2018 4:45 pm